1 de novembro de 2010

#1


Conheci-te em nove de Setembro de dois mil e oito, aliás, iniciámos a nossa primeira conversa nesse dia. Para mim foi estranho naquela altura, o que sentia porque não o conheci antes. Encantes-me de tal maneira, que um simples "olá" mexia comigo, estavas presente no meu quotidiano. Eu gostava de te ter por perto, mas desde que te conheci que neguei o que sentia, e desde então construímos uma amizade linda, no qual me orgulho. Os anos passaram e estávamos mais próximos, o que não me surpreendeu. Identifiquei-me bastante contigo, e como se costuma dizer "deixei-me levar". O meu corpo reagia e não era da melhor maneira, porque eu mesma sabia que não me fazia bem negar um sentimento, mas recentemente não tinha mais forças para continuar, e achei melhor admitir o que sentia. Senti-me tão livre, tão bem. Mas o melhor de tudo, é que vim a descobrir que o sentimento era mutuo. Sentia-me tão segura, tão feliz, que desisti de pensar nas consequências. Deixei crescer um grande amor em liberdade, sem pressões, e ele está à vista. Destacaste-te, e tenho a admitir que te esperei toda a minha vida. O que sentimos será sempre relembrado, à entre nós uma ligação inimaginável. Este grande amor, é o que nos une à sete meses. 

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